Fialho defende transporte por hidrovias durante simpósio sobre logística no Senado

O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, defendeu no dia 26 de novembro, durante palestra no I Simpósio Infra-Estrutura e Logística no Brasil – Desafios para um país emergente, realizado no Senado Federal, o melhor aproveitamento das hidrovias e uma maior participação do modal na matriz de transportes do país.

ANTAQ e especialistas estrangeiros trocam experiências sobre o setor portuário

Autoridades da ANTAQ trocaram experiências sobre o setor portuário com especialistas dos Estados Unidos e da Bélgica. O encontro aconteceu no dia 26 de novembro na sede da Agência e serviu como continuidade da discussão dos temas abordados no evento Abertura dos Portos às Nações Amigas: 200 anos de Comércio e Cooperação, realizado, nessa terça-feira (25), no Ministério das Relações Exteriores.

Concurso da ANTAQ irá oferecer 140 vagas

A ANTAQ deverá lançar, até 15 de dezembro, edital de concurso público para preenchimento de vagas. De acordo com a Superintendência de Administração e Finanças, serão oferecidas 140 vagas. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe) é a entidade responsável por todas as fases do concurso. A aplicação das provas está prevista para março.

 
 
 
 
Fialho defende transporte por hidrovias durante simpósio sobre logística no Senado
 

O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, defendeu no dia 26 de novembro, durante palestra no I Simpósio Infra-Estrutura e Logística no Brasil – Desafios para um país emergente, realizado no Senado Federal, o melhor aproveitamento das hidrovias e uma maior participação do modal na matriz de transportes do país. “Mas precisamos acelerar os investimentos no setor para conseguirmos atingir o equilíbrio previsto no PNLT”, disse o diretor-geral da ANTAQ.

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Fialho também defendeu a multimodalidade, com o aproveitamento mais integrado dos diferentes modais de transporte

Fialho participou do painel “Saneamento Básico, Licenciamento Ambiental e Hidrovia”, junto com o diretor do Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Vale do Rio Doce, Luiz Cláudio Ferreira Castro, e com o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Vicente Andreu Guillo.

Após fazer um relato das competências e desafios da Agência na área portuária e de navegação marítima, Fialho lembrou que o país terá de investir forte na multimodalidade para escoar a produção agrícola do Mato Grosso, cuja projeção, para 2014, é de 40 milhões de toneladas.

Considerando o conjunto das hidrovias do país, o diretor da ANTAQ observou que o transporte pelo setor está reduzido a um quarto da sua capacidade, apesar das vantagens do modal em relação aos custos de frete e infra-estrutura, consumo de óleo combustível e impacto ambiental.

“O Brasil possui 63 mil quilômetros de extensão total de águas, tem 40.000km de rios, lagos e lagoas potencialmente navegáveis, 29.000km disponíveis, mas hoje só utiliza comercialmente pouco mais de 13 mil quilômetros”, destacou. Além disso, o modal tem uma participação pequena na matriz de transportes em relação às suas potencialidades, de acordo com Fialho: 13,6% considerando todo o transporte aquaviário (navegação fluvial e marítima), contra 61,2% do modal rodoviário, e 20,7% do transporte ferroviário.

Entre as vantagens ambientais das hidrovias, o diretor-geral da ANTAQ lembrou que o modal é o que emite menos dióxido de carbono na atmosfera, gás causador do aquecimento global: 20kg a cada mil toneladas transportadas por quilômetro útil, contra 34kg do transporte ferroviário e 116kg do transporte rodoviário.

Fialho também defendeu a multimodalidade, com o aproveitamento em escala mais integrada dos diferentes modais de transporte. “A idéia é que os modais se complementem e sejam usados nas situações em que são mais eficientes”, afirmou. E prosseguiu: “Em trechos de longas distâncias o transporte hidroviário é o mais viável, enquanto que em percursos de até 300km o mais adequado é o modal rodoviário”.

O diretor-geral da ANTAQ comparou os diferentes modais, apontando as vantagens das hidrovias. Uma delas é que para transportar cinco milhões de toneladas por hidrovia são suficientes 926 comboios de seis balsas cada com capacidade de 5.400 toneladas, enquanto que por rodovia são necessárias 192.308 carretas. Um comboio substitui 210 carretas rodoviárias ou 4,3km de filas de espera no acesso aos portos, repercutindo diretamente sobre os custos de manutenção das estradas e sócio-ambientais associados.

Sobre os custos de implantação da infra-estrutura, mais vantagens do modal hidroviário: enquanto que para construir um quilômetro de rodovia, gastam-se 900 mil reais, e na ferrovia, 2,8 milhões de reais, cada quilômetro de hidrovia implantado sai por 230 mil reais.

“O transporte hidroviário também é o mais seguro”, disse Fialho. Para cada acidente com feridos nas hidrovias, acontecem 125 nas ferrovias e 2.171 nas rodovias. Com relação aos acidentes fatais, para cada morte nas hidrovias acontecem 23 mortes nas ferrovias e 155 mortes nas rodovias.

Por fim, o diretor-geral da ANTAQ defendeu o uso múltiplo das águas. “Temos muitas hidrelétricas sendo construídas em nossos rios, mas poucas prevêem a construção de eclusas para viabilizar a navegação. Na Hidrovia do Araguaia-Tocantins há muitos gargalos naturais à navegação, mas, ainda assim, o transporte é viável. Imaginem se fizéssemos as intervenções que são necessárias? Teríamos a navegação em toda a hidrovia e escoaríamos a produção pelo Porto de Vila do Conde, no Pará”, observou.

Licenciamento ambiental

Em sua palestra, o diretor do Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Vale do Rio Doce, Luiz Cláudio Ferreira Castro, pediu a revisão da legislação de licenciamento ambiental, alegando que o marco regulatório atual é um gargalo para os investimentos. “O excesso de exigências para se iniciar uma obra tem levado a uma judicialização cada vez maior no setor. Por isso, precisamos melhorar o nosso marco regulatório, não no sentido da simplicidade, mas no sentido da simplificação”, ponderou.

Segundo Luiz Castro, “estamos criando no Brasil um mar de exigências que estão tornando o licenciamento impraticável”. E prosseguiu, dizendo que “há um conjunto imenso de solicitações em andamento, mas a burocracia é tão grande que há risco de paralização do processo de licenciamento até por falta de pessoal especializado”.

O diretor de Meio Ambiente da Vale disse, também, não entender a existência de tantos mecanismos prévios, se existe um mecanismo punitivo posterior. E reiterou a necessidade de simplificação dos processos de licenciamento, com a definição expressa, na lei, das competências de cada órgão ambiental, municipal, estadual ou federal.

Saneamento básico

Encerrando o painel, o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Vicente Andreu Guillo, fez um balanço do saneamento básico no Brasil. De acordo com Guillo, 80% dos domicílios do país recebem água, mas a perda no abastecimento atinge mais de 40% em grande parte dos município brasileiros, encarecendo as tarifas e pressionando os mananciais hídricos.

Com relação à situação do esgotamento sanitário, informou que apenas a metade dos domicílios têm coleta e que os melhores índices são encontrados nas regiões Sul e Sudeste. Os resultados também deixam a desejar quanto ao índice de tratamento de esgotos. Segundo Guillo, apenas 30% do esgoto coletado recebe algum tipo de tratamento ou disposição adequada.

Na parte de resíduos sólidos, 80% dos domicílios são atendidos pela coleta. Entretanto, de acordo com o secretário do Ministério do Meio Ambiente, a grande maioria dos municípios deposita seus resíduos em lixões. Guillo listou, ainda, os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o saneamento no período 2007/2010. Segundo ele, os recursos totalizam R$ 40 bilhões para aplicação em abastecimento dágua, esgotamento sanitário, drenagem e tratamento de resíduos sólidos.

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ANTAQ e especialistas estrangeiros trocam experiências sobre o setor portuário
 

Autoridades da ANTAQ trocaram experiências sobre o setor portuário com especialistas dos Estados Unidos e da Bélgica. O encontro aconteceu no dia 26 de novembro na sede da Agência e serviu como continuidade da discussão dos temas abordados no evento Abertura dos Portos às Nações Amigas: 200 anos de Comércio e Cooperação, realizado, nessa terça-feira (25), no Ministério das Relações Exteriores.

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Paiva, Mulders, Pigna: intercâmbio de informações sobre a atividade portuária

Um dos participantes do encontro foi Franc Pigna, diretor da Aegir Property Advisers LLC, dos Estados Unidos. O especialista defendeu que o governo deve “abraçar o setor privado para o desenvolvimento do setor portuário”.

“Se o porto precisa de uma instalação intermodal, por que não chamar a iniciativa privada para realizar essa obra? Por que o governo precisaria investir US$ 300 milhões se a iniciativa privada pode fazer isso?”, indagou Pigna, que é diretor-gerente da Aegir, uma empresa especializada em consultoria relacionada às necessidades das instalações portuárias e marítimas.

Depois de Franc Pigna, foi a vez de Walter Van Mulders, diretor de Desenvolvimento de Negócios do Porto de Antuérpia, na Bélgica. Ele destacou que o porto é superavitário e o lucro é investido para melhorar a área portuária. “Estamos construindo uma nova doca”, disse Mulders.

Mulders destacou, ainda, os acessos ao porto, o que facilita o escoamento das cargas. “Não importa onde você esteja no porto, você sempre estará a 1km de uma estrada”, ressaltou.

O último a se apresentar foi o especialista em conservação ambiental do Porto de Long Beach, nos Estados Unidos, Mario Cordero. O representante norte-americano contou que, em janeiro de 2005, foi implantada a proposta do Porto Verde. Entre os pontos do projeto, estão a busca pela qualidade do ar, pela qualidade da água e controle de resíduos e da poluição no ambiente portuário.

“O porto é o motor econômico da cidade. Mas tem também uma responsabilidade social com os habitantes daquela cidade. Por isso, trabalhamos pela qualidade da água e do ar e por outras vantagens ambientais. Para preservar a qualidade do ar, por exemplo, não deixamos, desde outubro de 2008, entrar na área portuária caminhões cujo ano de fabricação seja 1988 ou mais antigo. Só com essa atitude, reduzimos em 50% a emissão de gases poluentes”, citou.

Cordero afirmou que o projeto do Porto Verde demorou oito meses para ser implantado. Foram necessários US$ 2 milhões de investimento inicial. “Esse investimento é também para sociedade, pois o porto tem responsabilidade social e deve contribuir com o desenvolvimento da cidade”, ressaltou, afirmando que 10% da receita do porto são investidos em Long Beach.

O especialista também destacou que o licenciamento ambiental norte-americano para realizar determinadas obras portuárias chega a demorar doze anos. “Aqui, no Brasil, sei de exemplos de obras que precisam de três ou quatro anos para o licenciamento ambiental. Lá nos Estados Unidos, alguns licenciamentos ambientais demoram nove, dez, doze anos para sair.”

O superintendente de Portos da ANTAQ, Giovanni Paiva, afirmou que o meio ambiente não deve ser ocupado de forma selvagem, mas também é preciso reduzir a burocracia em relação ao licenciamento ambiental. “É preciso ter bom senso para se desenvolver o setor portuário e proteger, ao mesmo tempo, o meio ambiente”, disse.

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Concurso da ANTAQ irá oferecer 140 vagas
 

A ANTAQ deverá lançar, até 15 de dezembro, edital de concurso público para preenchimento de vagas. De acordo com a Superintendência de Administração e Finanças, serão oferecidas 140 vagas. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe) é a entidade responsável por todas as fases do concurso. A aplicação das provas está prevista para março.

Das 140 vagas, 84 serão destinadas ao cargo de Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários; 18 para Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários; 18 para Analista Administrativo; e 20 para Técnico Administrativo.

As vagas serão para Brasília, Belém, Manaus, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis, e também para as novas unidades da ANTAQ, que estão implantadas, mas não instaladas: Corumbá (MS), Paranaguá (PR), Fortaleza, Porto Alegre, São Luís, Salvador e Vitória. “As unidades serão instaladas quando o pessoal aprovado neste concurso for nomeado”, explica o superintendente de Administração e Finanças, Wilson Alves de Carvalho.

A remuneração, composta pelo vencimento básico e a gratificação, é a seguinte: R$ 8.389,60 (especialista); R$ 8.389,60 (analista); R$ 5.197,96 (técnico em regulação); e R$ 4.625,96 (técnico administrativo).

Este concurso terá algumas diferenças em relação ao realizado em 2005 e que teve também o Cespe como entidade responsável por todas as fases do certame. Entre as novidades está o prazo de validade. Agora, será de um ano, com prorrogação por igual período, a contar da homologação do certame. No anterior, o prazo foi de seis meses.

Além disso, haverá vagas para especialistas em regulação de serviços de transportes aquaviários nas especialidades Engenharia Mecânica, Estatística, Economia, Engenharia Ambiental e Biologia, áreas que não apareceram no último concurso. As outras áreas para os especialistas são as seguintes: Engenharia Naval, Engenharia Civil e qualquer área de formação.

Há novidades também para os analistas administrativos. Neste concurso, haverá postos para a área de informática (modelagem e mapeamento e desenvolvimento de sistemas). As outras áreas serão divididas em: Arquivologia, Ciências Contábeis e qualquer área de formação.

Curso de Formação

A Gerência de Recursos Humanos da ANTAQ informou que, depois da primeira fase do concurso, haverá curso de formação para os classificados, com carga horária de 160 horas. O treinamento terá caráter classificatório e eliminatório. Além disso, será só para os especialistas.

A prova de títulos também só será para os especialistas. Já a redação será para todos os cargos. “Este concurso complementa a estruturação da ANTAQ, que teve como um dos pontos a implantação das novas unidades administrativas da Agência”, conclui Carvalho.

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Gerente da ANTAQ diz que adoção de agendas completará capacitação ambiental dos portos durante seminário no Itamaraty
 

O gerente de Meio Ambiente da ANTAQ, Marcos Maia Porto disse, no dia 25 de novembro, durante o seminário Abertura dos Portos às Nações Amigas: 200 anos de Comércio e Cooperação, realizado pelo Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, que com a adoção de uma agenda ambiental local e outra institucional se completará a reestruturação das organizações portuárias brasileiras para capacitação ambiental.

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Maia Porto (E): Também é essencial que órgãos ambientais produzam e disponibilizem informações sobre os ambientes portuários

Palestrante do painel sobre Meio Ambiente do encontro, junto com o diretor de Desenvolvimento de Negócios do Porto de Antuérpia, Walter Van Mulders, o especialista em Conservação Ambiental do Porto de Long Beach, Mario Cordero, e o diretor da MKR Engenharia e Consultoria Ambiental, Luís de Mello Awazu, Maia Porto lembrou que as duas agendas, uma celebrada com os agentes públicos locais, e a outra com a própria organização do porto, embora tenham finalidades distintas, apresentam excelentes resultados.

“A primeira busca tratar dos conflitos ambientais portuários, relativos às relações do porto com seu entorno. Mas não é só isso; procura também equacionar as questões ambientais sob aspectos ecossocioeconômicos. Vale salientar que as relações do porto com seu entorno formam um dos elementos mais importantes da gestão ambiental portuária, principalmente em se tratando de portos urbanos”, apontou.

E prosseguiu: “A segunda, seria uma agenda interna da organização portuária, cujo objetivo é fazer com que toda a organização se comprometa com as demandas ambientais. Isso inclui a formulação de uma política ambiental, de diretrizes para atuação da organização, planos e programas com vistas a atingir metas de qualidade ambiental, seguindo-se da confecção de um orçamento para esses programas, além de estabelecer e executar a capacitação para o planejamento e gestão ambientais do corpo técnico, entre outras ações”.

Mas não são apenas os portos que devem avançar no controle sobre o meio ambiente, como acredita Maia Porto. “Os órgãos ambientais também devem produzir e disponibilizar informações sobre os ambientes portuários sob sua fiscalização, conforme prevê a Lei 10.650/03”, afirmou, observando que “ter o controle de suas alterações ambientais é dever de todos os agentes portuários”.

E concluiu: “O conhecimento do ambiente portuário é condição essencial para se ter esse controle. Ele deve ser partilhado entre todos atores portuários com vistas a aperfeiçoar a gestão desses ambientes, em especial para se obter um melhor desempenho ambiental”.

Planejamento integrado

O diretor da MKR Engenharia e Consultoria Ambiental, Luís de Mello Awazu, lembrou que as autoridades portuárias competitivas demandam infra-estrutura moderna, com acessos terrestres e marítimos e capacidade de escoamento à altura dos desafios. O problema, segundo ele, é que a demanda desses investimentos requer o uso de espaços públicos importantes e geralmente em ecossistemas sensíveis e de alto valor.

Conforme Awazu, “a única maneira sustentável de convivência do porto e o meio ambiente é através do planejamento integrado das ações públicas e privadas para o setor, identificando as demandas derivadas e propondo as soluções de maneira coordenada, através dos planos setoriais”.

Ainda como estratégia de abordagem do problema, Awazu defendeu a reavaliação da legislação de controle da poluição e licenciamento, adequando-a à realidade da atividade portuária; o desenvolvimento de um modelo de licenciamento que contemple o porto como um todo; o uso prioritário de áreas já degradas e a implantação de programas que busquem o aumento de eficiência do uso dos recursos naturais, visando reduzir a demanda e necessidades desses recursos.

Experiência internacional

Walter Van Mulders, que falou sobre a visão da autoridade portuária do Porto de Antuérpia, e Mario Cordero, que abordou a atividade ambiental do Porto de Long Beach, completaram as palestras do painel. Os dois portos desenvolvem uma série de programas visando a mitigação ambiental dos impactos da atividade portuária, compreendendo, além de intervenções na área do porto, o desenvolvimento de planos de ação que contemplam a geração de empregos e outras externalidades positivas para as comunidades locais.

O Porto fluvial de Antuérpia é um dos mais importantes da Europa e um dos mais movimentados do mundo. Devido à alta industrialização, enfrenta problemas de assoreamento. Na região, está localizada a segunda maior planta química do mundo. Diversos programas estão em ação com objetivo de melhorar a qualidade do ar, incluindo a troca por combustíveis revováveis, e rediuzir a poluição.

O Porto de Long Bech é o segundo maior porto dos Estados Unidos, representando um comércio anual de US$ 150 bilhões. Com a adoção da política “Porto Verde”, a autoridade portuária local está conseguindo controlar a poluição e reduzir os impactos ambientais dentro e fora do porto. Dezesseis mil caminhões freqüentam o porto todos os dias. Através do plano “Ar Limpo”, a autoridade portuária proibiu a circulação de caminhões com idade avançada no porto, reduzindo em 55% a emissão de gases tóxicos

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Encontro define primeiros detalhes de seminário internacional sobre setor aquaviário
 

O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, recebeu, no dia 26 de novembro, na sede da Agência, em Brasília, o coordenador para América Latina da Associação Americana das Autoridades Portuárias (AAPA), Julián Palacio. O objetivo do encontro foi definir os primeiros detalhes do seminário internacional que será realizado na capital federal, em maio, e terá a organização da ANTAQ.

O seminário contará com a presença de autoridades da ANTAQ e integrantes da AAPA. A entidade congrega as autoridades portuárias do Canadá, do Caribe, da América Latina e dos Estados Unidos. Durante o encontro, Fialho e Palacio definiram alguns temas que serão abordados durante o evento. Entre eles estão: comércio exterior, turismo e hidrovias. De acordo com a Assessoria Técnica da ANTAQ, a expectativa é que no mês que vem a programação do seminário já esteja concluída.

Essa foi apenas a primeira reunião entre o diretor-geral da ANTAQ e o representante da AAPA para definir os principais pontos do evento internacional. Estão previstos mais três encontros. O próximo será em janeiro.

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Murillo Barbosa aponta soluções para desenvolver cabotagem
 

Redução de custo, maior regularidade nas rotas e maior confiabilidade nos prazos. De acordo com o diretor técnico da ANTAQ, Murillo Barbosa, essas são as soluções para que a cabotagem brasileira se desenvolva. Barbosa participou, no dia 19 de novembro, do painel Cabotagem Brasileira – Limites e Possibilidades, durante o I Congresso Brasileiro de Direito e Atividade Portuária, que acontece entre os dias 19 e 21 de novembro, em Itajaí, Santa Catarina.

Durante sua palestra, o diretor da ANTAQ citou os problemas que impedem o desenvolvimento da cabotagem nacional. Entre eles estão o excesso de burocracia e tributação, carência de linhas regulares e ineficiência dos portos.

Barbosa ressaltou, ainda, as vantagens da cabotagem em relação ao modal rodoviário. “Maior eficiência energética, maior capacidade de transporte de cargas, maior vida útil dos equipamentos e veículos, menor consumo de combustível, menor emissão de poluentes, menor custo da infra-estrutura”, citou.

Potencial de crescimento

Durante sua palestra, o diretor da ANTAQ citou a Pesquisa Aquaviária CNT/SEST/SENAT 2006 que aponta que a navegação de cabotagem tem potencial de crescimento. “Esse potencial é evidente, uma vez que 72,9% das empresas consultadas transportam até 50% da produção por meio da navegação de cabotagem. Foram consultadas 107 empresas”, afirmou Murillo Barbosa.

Em relação à movimentação de contêineres na cabotagem, Barbosa informou que foram movimentadas 520 mil TEUs em 2007. Em 2006, foram 454 mil TEUs.

O diretor da ANTAQ destacou, também, a frota brasileira na cabotagem. Atualmente, a frota é composta por 141 embarcações, com 17,7 anos de idade média. Petroleiro é o tipo de navio mais comum na frota brasileira, com 41 embarcações.

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Diretor-geral da ANTAQ participa de fórum da FGV sobre o setor portuário
 

O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, participou, no dia 18 de novembro, do Fórum “A Questão Portuária no Brasil”, promovido pela Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro (RJ). Em sua palestra, Fialho discorreu sobre o tema “Ações Reguladoras e Legais”, abordando aspectos como os investimentos previstos pelo governo federal e a atual situação dos portos brasileiros.
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Fialho (E) defendeu a utilização ampla da multimodalidade da logística de transportes

O diretor apontou alguns dos principais desafios do setor, como compatibilizar a operação portuária com a preservação ambiental, levando em consideração as questões econômicas e sociais; e a implementação da nova política de concessões portuárias e a execução de processos de modernização das instalações públicas existentes, com relação às novas embarcações e dimensões dos terminais, tornando-os mais competitivos.

“A ANTAQ vem estudando mecanismos para enfrentar esses desafios e dar respostas eficientes às crescentes demandas do setor portuário”, afirmou Fialho. Dentro das propostas da Agência, ele citou o esforço da instituição em simplificar os procedimentos para o arrendamento de áreas; as revisões em curso das Resoluções nºs 55 e 517 à luz do novo decreto presidencial nº 6.620/08 e a edição do Plano Geral de Outorgas.

O diretor destacou, ainda, que boa parte dos investimentos do governo federal no setor portuário estão destinados ao Programa Nacional de Dragagem e à melhoria da infra-estrutura portuária e seus acessos. “Precisamos de investimentos nos portos para melhorar a movimentação das cargas, pois essa movimentação tem crescido substancialmente no país, graças ao aumento da carteira de novos clientes estrangeiros”, comentou.

Fialho encerrou sua apresentação afirmando que “a competitividade do Brasil no mercado internacional será assegurada pela eficiência da sua infra-estrutura e, ainda, pela utilização ampla da multimodalidade da logística de transportes”.

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Murillo Barbosa faz panorama geral sobre setor aquaviário em Manaus
 

O diretor técnico da ANTAQ, Murillo Barbosa, fez um panorama geral sobre o setor aquaviário durante o I Congresso de Desenvolvimento e Navegação da Amazônia Legal, em Manaus. Barbosa palestrou no dia 14 de novembro, no evento promovido pelo Instituto de Estudos Marítimos (IEM).

Barbosa enfatizou que a matriz de transporte brasileira está desequilibrada. Isso porque o transporte rodoviário abrange 58%, o ferroviário conta com 25%, o aquaviário tem 13% e o dutoviário/aéreo, com 4%.

O diretor informou que o Brasil possui 13 mil quilômetros de vias navegáveis utilizadas economicamente para o transporte de cargas e passageiros e dispõe de cerca de 29 mil quilômetros de vias naturalmente disponíveis. A extensão total de águas superficiais flúvio-lacustres é de aproximadamente 63 mil quilômetros.

Barbosa defendeu o investimento em hidrovias. “O transporte hidroviário é eficiente, economicamente viável, tem baixo impacto ambiental, entre outras vantagens”, disse o diretor, enfatizando que o aproveitamento adequado das vias navegáveis depende da realização de obras de infra-estrutura, tais como: dragagem, eclusas, derrocamentos de obstáculos naturais, balizamento e sinalização náutica.

Para o diretor, por conta dessas vantagens, o transporte hidroviário é a alternativa ideal para o agronegócio brasileiro, que está em expansão. A safra de grãos de 2006/2007 nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, além do Distrito Federal, foi de 44,4 milhões de toneladas. Para 2007/2008, esse número chegará a 50 milhões de toneladas. Os dados são do Ministério da Agricultura.

Portos

Murillo Barbosa abordou também os marcos regulatórios dos portos públicos e terminais privativos, principalmente o decreto nº 6.620, de 29 de outubro de 2008. O texto dispõe sobre políticas e diretrizes para o desenvolvimento e o fomento do setor de portos e terminais portuários de competência da Secretaria Especial de Portos, além de disciplinar a concessão de portos, o arrendamento e a autorização de instalações portuárias marítimas.

O diretor informou que está em andamento a revisão de duas resoluções da ANTAQ: 55 e 517. A primeira aprova a norma sobre arrendamento de áreas e instalações portuárias destinadas à movimentação e armazenagem de cargas e ao embarque e desembarque de passageiros. A segunda aprova a norma para outorga de autorização para a construção, a exploração e a ampliação de terminal portuário de uso privativo.

Além disso, está em andamento a elaboração das normas para construção e exploração de terminais portuários de uso privativo de turismo, ETC e IP4. A Estação de Transbordo de Carga (ETC) é uma instalação situada fora da área do porto, utilizada, exclusivamente, para operação de transbordo de cargas, destinadas ou provenientes da navegação interior, realizada por embarcações classificadas ou certificadas para operar na navegação interior. “Estamos na expectativa de regularização de cerca de 200 instalações em operação na Amazônia”, disse Barbosa.

Já a Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte (IP4) é destinada às operações portuárias de movimentação de passageiros, de mercadorias ou ambas, destinados ou provenientes do transporte de navegação interior. A exploração das IP4 deverá ser realizada por estado ou município, podendo ser transferida à iniciativa privada, mediante licitação, com prévia autorização da ANTAQ.

Navegação Marítima

O diretor da ANTAQ defendeu a necessidade de renovação e aumento da frota, especialmente da navegação de cabotagem. Além disso, apontou Murillo Barbosa, deve-se aumentar a participação do transporte aquaviário na matriz de transportes brasileira. “Fatores de natureza estrutural e conjuntural têm provocado o desestímulo à renovação e expansão da frota mercante nacional, com reflexos diretos sobre a eficiência e a própria existência da navegação marítima brasileira”, ressaltou.

Para Barbosa, deve haver políticas públicas que promovam estudos referentes à composição da frota mercante e à prática de afretamentos de embarcações, de modo a subsidiar as decisões governamentais quanto às políticas de marinha mercante e de construção naval.

Unidades

Murillo Barbosa lembrou que a ANTAQ, em breve, terá mais sete Unidades Administrativas Regionais (UARs): Porto Alegre, Paranaguá, Vitória, Salvador, Corumbá, São Luís e Fortaleza. Atualmente, já existem UARs em São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Recife, Manaus, Belém e Porto Velho.

“Com essas 14 UARs, estaremos mais perto da prestação de todos os serviços que se relacionam ao setor aquaviário. Isso facilitará o trabalho da ANTAQ e haverá uma maior rapidez nos andamentos dos processos que a Agência esteja analisando. A sociedade em geral será beneficiada com isso”, ressaltou.

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Alunos da Universidade Federal de Uberlândia visitam ANTAQ
 

Um grupo de 32 alunos da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) esteve no dia 14 de novembro, na sede da ANTAQ, em Brasília, onde assistiu a palestras sobre as atividades desenvolvidas pela Agência. Acompanhados do professor do Instituto de Geografia da Universidade, Willian Rodrigues Ferreira, os estudantes foram recebidos pelo chefe de gabinete da Agência, Ênio Dias, e pelos gerentes de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior, Adalberto Tokarski, e de Meio Ambiente da Superintendência de Portos, Marcos Maia Porto.
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Os estudantes estão no 4º período de Geografia. O curso inclui uma disciplina sobre transportes

Como parte da disciplina de Geografia dos Transportes, os alunos, que estão no 4º período do curso de Geografia, também visitaram a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e o Ministério dos Transportes, além da ANTAQ.

Segundo o professor Willian Ferreira, a viagem teve por objetivo “levar os estudantes a entender como as agências reguladoras atuam com a movimentação de cargas e pessoas nos diferentes espaços econômicos e geográficos (aquaviário, terrestre e aéreo) e conhecer um pouco da política nacional de logística de transportes”.

Na ANTAQ, os temas de maior interesse dos alunos foram a Hidrovia do São Francisco, os impactos com a transposição do rio e o aumento da participação do modal hidroviário na matriz de transportes, na parte de navegação interior e, na parte de navegação marítima e de meio ambiente, as obras de dragagem dos portos, água de lastro e os impactos do setor nas mudanças climáticas do planeta.

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ANTAQ conhece projeto da Petrobras para afretamento de navios
 

O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, e o diretor técnico da Agência, Murillo Barbosa, estiveram no dia 4 de novembro na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ), onde conheceram o projeto da empresa para incentivar a construção de 19 novos navios, além daqueles previstos no Programa de Expansão e Modernização da Frota na construção de navios de suprimento de plataformas – Promef, da Transpetro.

Pelo projeto, apresentado aos diretores da ANTAQ por representantes da área de abastecimento da empresa, a Petrobras irá garantir o afretamento das embarcações por um período de 15 anos, viabilizando, com isso, a construção dos navios.

Na apresentação, os diretores da ANTAQ estavam acompanhados dos superintendentes de Navegação Marítima e de Apoio, Ana Maria Canellas, e de Portos, Giovanni Paiva, e dos gerentes de Afretamento e de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Marítima, respectivamente, Heloisa Carvalhal e Wagner Moreira.

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São Paulo poderá contar com anel hidroviário no futuro
 
Denise Caputo / ANA

A cidade de São Paulo poderá contar com um anel hidroviário, integrado a uma estrutura multimodal de transporte. O projeto, que exige a expansão prévia da hidrovia, começou a ser discutido no dia 31 de outubro, na capital paulista, durante uma reunião sobre investimentos na Hidrovia Tietê-Paraná, com a presença do diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, do superintendente de Navegação Interior, José Alex Oliva e o gerente de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior, Adalberto Tokarski.

O anel hidroviário integraria um estrutura de três anéis em torno do município: o rodoviário, já em fase de construção, no nível mais interno; o ferroviário, cujo trecho sul já está em fase de licitação, no nível mais externo, e entre eles, o hidroviário.

O anel hidroviário poderá colaborar para reduzir os congestionamentos e a poluição ambiental em São Paulo, disse Oliva
 

De acordo com Oliva, há um trecho da Tietê-Paraná ao redor de São Paulo que já poderia servir à navegação fluvial. A instalação de plantas industriais ao longo do anel hidroviário permitiria que fossem atendidas por embarcações, o que retiraria de circulação um grande número de caminhões.

“A hidrovia pode contribuir não só para desafogar o trânsito congestionado, mas também para reduzir a poluição ambiental, dois problemas graves que afligem os paulistanos”, disse o superintendente da Navegação Interior.

Participaram também da reunião o diretor do Departamento de Hidrovias da Secretaria de Transportes do Estado de São Paulo, Frederico Bussinger, o diretor-geral do DNIT, Luiz Antônio Pagot e representantes de outros órgãos do governo paulista.

Novas reuniões serão agendadas para tratar deste projeto e de outros temas relacionados à hidrovia, com a elaboração de um cronograma de ações conjuntas entre os governos federal e estadual.

Hidroanel

Durante encontro promovido pela Frente Parlamentar das Hidrovias, da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no dia 16 de setembro, Frederico Bussinger citou como exemplo o caso de Paris, que transporta materiais de construção civil em barcaças. “A cidade de São Paulo é privilegiadíssima para isso, pois é banhada pela represa Billings e pelos rios Tietê, Pinheiros e Taiaçupeba”, disse Bussinger.

Na mesma ocasião, o diretor do Departamento Hidroviário lembrou que a hidrovia Tietê-Paraná, hoje com 600 km navegáveis, recebeu R$ 2 bilhões em investimentos, sem contar o gato com as eclusas. Ele ressaltou então que pequenos investimentos podem gerar grandes resultados.

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ANTAQ nomeia Giovanni Paiva para o cargo de superintendente de Portos
 

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários divulgou na edição de 3 de novembro do Diário Oficial, a nomeação de Giovanni Cavalcanti Paiva para o cargo de superintendente de Portos, em substituição a Celso Damião Gonçalves Quintanilha.

Natural de João Pessoa, o novo superintendente é graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal da Paraíba, com especialização em Construção, Montagem e Instalações da Indústria do Petróleo e em Equipamentos de Produção de Petróleo, pela Petrobras e pós-graduado em Gestão Portuária, pela Universidade Estácio de Sá.

Giovanni Paiva tem experiência em gerenciamento de terminais aquaviários, em estruturação e auditoria de sistemas integrados de gestão e em planejamento estratégico, entre outras qualificações. De 1985 a 2000, trabalhou para Petrobras e, de 2001 até o presente, para a Transpetro, onde atuou como Gerente dos Terminais Aquaviários de Natal, Cabedelo, São Luís, Coari, Manaus, Belém e São Sebastião.

Paiva recebeu o título de Amigo da Marinha, concedido pela Capitania dos Portos do Maranhão e obteve o reconhecimento por serviços prestados pelo Corpo de Bombeiros do Estado do Maranhão e pelas Polícias Militar e Ambiental do Estado de São Paulo.

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Mandato do ouvidor da ANTAQ é renovado por decreto presidencial
 

O mandato do ouvidor da ANTAQ, Paulo Rodrigues Vieira foi renovado por decreto presidencial no dia 22 de outubro. O mandato corrente teve início em 9 de novembro de 2005 e expiraria na mesma data, em 2008. Com a renovação, Vieira ocupará o cargo até 9 de novembro de 2011.

Paulo Rodrigues Vieira é natural de Condeúba (BA) e é formado em Ciências Contábeis e Direito, com pós-graduação em Finanças e Controle na Escola de Administração Fazendária. Auditor público, integra a carreira de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (CGU).

Suas experiências profissionais anteriores incluem atuações como coordenador de auditoria na CGU, assessor especial do Ministério da Educação e presidente do Conselho Fiscal da Companhia Docas do Estado de São Paulo.

Na área acadêmica, Vieira é professor do curso de Direito da Faculdade de Ciências Humanais do Cruzeiro (FACIC) e do curso de Administração do centro de Ensino Superior de Dracena, em São Paulo.

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ANTAQ discute acordo de transporte marítimo do Mercosul em Maceió
 

A ANTAQ participou da 36ª Reunião do Subgrupo de Transportes do Mercosul entre os dias 28 e 31 de outubro, em Maceió. A agenda do encontro incluiu diversos temas, entre eles a negociação da minuta de Acordo Multilateral de Transporte Marítimo do Mercosul.

Representantes brasileiros, argentinos, uruguaios e venezuelanos, esses como observadores, formaram a Comissão de Especialistas de Transporte Marítimo, que conduziu a negociação da minuta. O Paraguai não enviou representante à comissão. A superintendente de Navegação Marítima e de Apoio, Ana Maria Pinto Canellas, o gerente de Desenvolvimento e Regulação, Wagner de Sousa Moreira, o especialista em Regulação, Sergio Augusto Nogueira de Oliveira, e a assistente Inês Fátima de Sousa Moura representaram a ANTAQ.

Um dos principais pontos discutidos, ainda pendente de consenso, foi a inclusão das cargas "feeder" (cargas embarcadas ou desembarcadas em um determinado porto e que serão distribuídas para outros portos) no âmbito do acordo. A delegação brasileira, apoiada pela delegação argentina, defendeu que as cargas sejam preferencialmente transportadas pelas empresas de navegação estabelecidas nos estados-partes do Mercosul, considerando seus propósitos de integração regional e desenvolvimento das respectivas marinhas mercantes.

A delegação uruguaia, no entanto, alegou que tal inclusão contraria sua política marítima e portuária e solicitou que fosse reavaliada a questão.

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Dezembro/2008

  • Exponaval– Vina del Mar, Chile – 2 e 3 de dezembro – Informações: www.exponaval.cl

  • Operadores Logísticos: Contratação e Gestão de Relacionamento – São Paulo (SP) – 9 e 10 de dezembro – Informações: Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) - www.ilos.com.br

  • Regulação de Transportes e Portos – São Paulo – SP – 18 de dezembro – Informações: (11) 3031-6777 - divugacaoeventos@gmail.com


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